Cursos que vão deixar de existir é uma expressão que chama atenção, mas a verdade é mais complexa e, ao...
Cursos que vão deixar de existir é uma expressão que chama atenção, mas a verdade é mais complexa e, ao mesmo tempo, mais estratégica. Nenhuma formação desaparece do dia para a noite.
O que acontece é uma transformação profunda impulsionada por tecnologia, inteligência artificial, automação e novas demandas sociais.
Entender esse movimento é essencial para quem está escolhendo uma graduação agora. A decisão tomada hoje não precisa amarrar o seu futuro, desde que seja baseada em informação, visão de mercado e capacidade de adaptação.
Neste conteúdo, você vai entender quais cursos estão perdendo força no formato tradicional, por que isso acontece e como se preparar para profissões que ainda estão sendo criadas.

Quando falamos em cursos que vão deixar de existir até 2030, o mais correto é dizer que muitos deles deixarão de existir do jeito que conhecemos hoje. A base continua relevante, mas o mercado exige novas competências, especializações e integração com tecnologia.
Segundo o Future of Jobs Report, do Fórum Econômico Mundial, cerca de 44% das habilidades profissionais atuais precisarão ser atualizadas até 2027, impulsionadas principalmente por IA e automação
A seguir, veja como isso se reflete em cursos tradicionais.
Administração não desaparece, mas o modelo generalista e excessivamente teórico perde espaço. O mercado exige profissionais com domínio em dados, tecnologia, estratégia digital e tomada de decisão baseada em informação.
O administrador do futuro atua com:
Aqui, entender como escolher o curso superior passa por analisar se a instituição oferece trilhas práticas, projetos reais e conexão com tecnologia.
A Engenharia Civil tradicional, focada apenas em cálculo e execução manual, está sendo redesenhada. BIM, automação de obras, sustentabilidade e uso de dados já fazem parte da rotina do setor.
O engenheiro civil que não se atualiza perde espaço para:
Não é o fim do curso, mas o fim de uma formação desconectada da tecnologia.
A automação industrial, o uso de IA e a análise de dados mudaram completamente o papel do engenheiro de produção. Processos manuais, planilhas estáticas e controle operacional básico já não são diferenciais.
A formação passa a se integrar com:
Esse é um exemplo claro de curso que se transforma para sobreviver.
Softwares de modelagem, renderização automática e inteligência artificial já executam tarefas que antes eram 100% humanas.
O arquiteto do futuro se diferencia pela visão estratégica, experiência do usuário e sustentabilidade.
Arquitetura se conecta cada vez mais com:
O diploma continua importante, mas o portfólio se torna decisivo.
O Direito clássico, focado apenas na leitura de leis e atuação contenciosa, perde espaço. Automação jurídica, legaltechs e inteligência artificial já assumem tarefas repetitivas.
O futuro do Direito está em:
Aqui, a pergunta não é se o curso acaba, mas se o aluno está preparado para essa virada.
A Fisioterapia tradicional, centrada apenas na execução de protocolos, está sendo transformada por tecnologia, teleatendimento e análise de dados de movimento.
Ganham destaque profissionais que atuam com:
O curso permanece, mas exige especialização contínua.
A educação mudou. Plataformas digitais, IA educacional e ensino híbrido redefinem o papel do pedagogo. A formação focada apenas em sala de aula tradicional perde espaço.
O pedagogo do futuro atua com:
Essa transformação reforça o debate sobre se ainda vale a pena fazer o ensino superior, quando ele não acompanha a realidade do mercado.
Softwares automatizam lançamentos, cálculos e relatórios. O contador deixa de ser operacional para se tornar estratégico.
O futuro da contabilidade envolve:
Mais uma formação que não acaba, mas muda radicalmente.

As grandes tendências que moldam o futuro das profissões já estão claras:
De acordo com a McKinsey, até 30% das horas trabalhadas globalmente podem ser automatizadas até 2030, exigindo requalificação profissional em larga escala
Cursos que tendem a crescer ou surgir com força:
Além do curso, habilidades essenciais incluem pensamento analítico, criatividade aplicada, resolução de problemas e capacidade de adaptação.
Escolher um curso hoje não significa definir toda a sua carreira. O mais importante é construir uma base sólida que permita adaptação às mudanças do mercado.
Uma preparação estratégica para o vestibular amplia suas opções de ingresso e reduz decisões feitas por pressão ou falta de alternativa.
É aqui que entra a importância de uma plataforma completa, que vá além da teoria.
Se você quer entrar no ensino superior com mais segurança e visão de futuro, a Plataforma do Professor Ferretto é uma aliada estratégica:
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Falar sobre cursos que vão deixar de existir não é prever o fim da educação, mas entender sua evolução.
O ensino superior continua sendo relevante, desde que conectado ao mercado, à tecnologia e às habilidades do futuro.
O estudante que entende esse cenário não escolhe um curso por modismo ou medo, mas constrói uma trajetória flexível, preparada para profissões que ainda nem existem. Mais do que evitar cursos “em extinção”, o segredo está em desenvolver competências que nunca sairão de demanda.